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1 de maio de 2009

O camaleão verde

Era uma vez um camaleão verde que estava à procura de uma casa para passar umas férias, enquanto estivesse na sala do pré-escolar.
Experimentou uma mão. Era muito macia e quentinha, mas tão pequenina! Ele queria uma casa mais espaçosa! Então experimentou um tronco de árvore! Mas era tão rugosa e fria, que ele, rapidamente, subiu para uma jarra com cravos.
Hum!... Que bem que cheiravam! E até podia molhar o rabo dentro de água! Mas depressa ficou enjoado com o perfume dos cravos e decidiu procurar outra casa.Então, descobriu uma casa branca e cor-de-rosa com portas, janelas e mobília.
Ele adorou a casa nova! Podia caminhar, entrar e sair pelas portas e janelas, abrir os roupeiros... Enfim!
Era ali que ele queria ficar!

22 de abril de 2009

RECONTO: TEATRO "A CIGARRA E A FORMIGA" (VISITA ALGAR)

21/04/09
Hoje de manhã fomos à ALGAR passear e aprender mais sobre a reciclagem.
Nós também vimos o teatro da história da Cigarra e da Formiga (adaptada), brincámos no parque e lanchámos.

História
”A Cigarra e a Formiga”



A formiga trabalhava muito, trazia muitas coisas do supermercado com latas, frascos e várias embalagens para guardar para o Inverno.

A cigarra trabalhava menos. Gostava de dormir e de ler revistas. Com a leitura ela aprendeu que é importante reciclar o lixo.

Ela também gostava de cantar e tocar música para as plantas.


Um dia, a cigarra decidiu ensinar a todos os animais da floresta a fazer reciclagem.
A cigarra foi à casa da formiga para a ensinar a separar o lixo. A formiga não aceitou e deitou o panfleto para o lixo.

A cigarra ensinou os animais da floresta a pôr os papéis no contentor azul que é o papelão;


Ensinou a pôr as embalagens (plásticos e metais) no contentor amarelo;

Ensinou a pôr as pilhas no contentor vermelho que é o pilhão;

E os vidros no contentor verde que é o vidrão;

A formiga foi levar o seu lixo e encontrou a cigarra. A cigarra queria ensiná-la a reciclar, mas ela não aceitou.

Enquanto a cigarra estava a ensinar onde se põe cada coisa a formiga pôs tudo no lixo normal e foi-se embora.

Quando a cigarra acabou de ensinar onde se punha o vidro, o papel, os plásticos, etc. já a formiga se tinha ido embora deixando-a a falar sozinha...

Um dia, quando a formiga e a cigarra chegaram à floresta, havia muito lixo espalhado e estava tudo sujo.
A formiga ficou assustada e queria mudar de casa.

Então a cigarra ensinou outra vez a reciclar o lixo, a formiga e todos os animais da floresta aprenderam e ajudaram a colocar o lixo nos contentores certos.
Afonso, Délcio, Diana, Pedro e Vasco.

14 de abril de 2009

Sou um pirata surdo!

O nosso amigo Frederico Pacheco enviou-nos uma história linda que ele escreveu!
O Frederico é um aluno surdo do 10º ano do Curso de Design de Comunicação do Ensino Artístico Especializado, na Escola Secundária de Tomás Cabreira, que é uma Escola Secundária de Referência para a Educação Bilingue de Alunos Surdos.
Parabéns e ficamos à espera de mais participações! Obrigado!

16 de Julho de 1674
Hoje aconteceu uma coisa muito estranha!
Vivo numa nau, sou pirata e tenho um papagaio muito inteligente que gosta de viver no meu ombro e é muito importante para mim.
Mas porque é que o papagaio é importante?
Porque sou um pirata surdo, não sei falar muito bem e preciso do papagaio para me ajudar a falar. É como se ele fosse um intérprete para mim.
Pois hoje, estava eu a dormir na minha rede quando o papagaio me acordou à perna.
O capitão estava na minha frente e gritava muito alto, mas eu não percebi nada. Por sorte, o meu papagaio percebeu tudo e explicou-me que o capitão queria ir dormir e me estava a mandar para o leme. Lá fomos os dois e, algum tempo depois, o céu começou a ficar cinzento escuro e de repente levantou-se um vento muito forte.
Apressei-me a baixar as velas e estava com medo que o mastro se partisse. De repente, vieram umas vagas muito altas e fugimos para dentro do barco.
O mau tempo continuou e uma das vagas acabou por virar o barco. Andámos aos tombos dentro do barco e vivemos momentos horríveis: no meio do barulho e da confusão parecia-me ouvir vozes de outros homens que eu não conhecia nem via.
Era tudo muito estranho! Depois fez-se um grande silêncio...
Quando percebi, já não havia tempestade, estava tudo calmo.
Os meus companheiros estavam aterrorizados porque diziam ter visto fantasmas de um antigo navio naufragado.
O capitão que não tinha dado por nada, mas que já tinha acordado, viu tudo desarrumado e pensou que tinha havido uma festa. Quando lhe contámos, dizia que era tudo mentira e todos eram malucos e tinham bebido muito! Mas o meu companheiro papagaio disse que também ele tinha visto os fantasmas de antigos marinheiros.
E foi isso que hoje aconteceu de muito estranho!

2 de abril de 2009

HISTÓRIA DO COELHINHO SURDO
A Sílvia e a Fernanda foram à sala da Amanda contar a história do Coelhinho Surdo. Do livro escrito por Maureen Cassidi Riski e Nikolas Klakow, elas aproveitaram as imagens e adaptaram o texto.
Todas as crianças brincavam e cantavam, mas o coelhinho Pedro estava sempre sozinho. Ele não compreendia o que os seus amigos diziam.

Na escola, o Pedro não conseguia ouvir a professora e por isso não conseguia aprender.

Em casa o Pedro gostava de ver televisão, porque era uma das poucas coisas em que ele podia aumentar o volume do som.

Como a mãe do Pedro andava preocupada, resolveu marcar uma consulta com o médico otorrino, que é o médico especialista em ouvidos, nariz e garganta.

O médico observou-lhe os ouvidos e a seguir o Pedro foi fazer testes de audição com a audiologista.

Cada vez que ouvia um sinal sonoro, o Pedro colocava peças dentro de um balde. "Muito bem Pedrinho!", disse a audiologista.

Os resultados mostraram que o coelhinho Pedro era surdo. Precisava de usar aparelhos auditivos para ouvir melhor.

Depois de fazer os moldes, o Pedro voltou à audiologista para colocar os seus novos aparelhos.

Quando saiu do consultório, o Pedro estava espantado com os sons que conseguia ouvir.

Na escola já participava com os seus colegas em actividades e jogos.

O Pedro aprendeu a mudar as pilhas, a manter os seus aparelhos sempre limpos e à noite, guardava-os nas suas caixas.Ele tinha muito cuidado para que pudessem durar muito muito tempo.

13 de fevereiro de 2009

A Lenda das Amendoeiras

Grupo do 2.º e 3.º ano:
Afonso, Délcio, Diana, Mariana Caracol, Pedro e Vasco.
Nós fizemos uma pesquisa na internet sobre uma história do Algarve.

Econtramos a lenda das amendoeiras. Vimos a lenda no site do Júnior em vídeo.

Depois fizemos o reconto e desenhos. Os desenhos foram postos no scanner para passar para o computador. Depois fizemos um Power Point.

Apresentamos o Power Point aos meninos do Pré-escolar e do 1.º ano, na terça-feira dia 10 de Fevereiro. Na quinta-feira, dia 12 de Fevereiro, apresentamos à Inês Fernandes, que veio visitar-nos, e à turma C3.

Reconto do que lemos e vimos na internet sobre a Lenda das amendoeiras:


A Lenda das Amendoeiras



Há muito, muito tempo havia no Algarve um rei mouro.
O rei mouro fez uma batalha com um rei e guerreiros, de um país do Norte da Europa, para conquistar novas terras.



Os guerreiros, do rei mouro prenderam uma bonita princesa, de olhos azuis e longos cabelos loiros.




O rei mouro apaixonou-se pela bonita princesa do Norte.
Os dois casaram-se.

A princesa gostava da neve que havia no seu país no Inverno.
Ela estava muito triste porque não via mais neve.
A saudade da neve fez com que ficasse muito doente.
O rei mouro dava-lhe muitas prendas: anéis, colares, pulseiras, vestidos,…
Mas a princesa continuava triste.


Um sábio disse ao rei para mandar plantar amendoeiras.
Em todo o Algarve plantaram-se muitas amendoeiras.


No Inverno, nos meses de Janeiro e Fevereiro, as amendoeiras tinham muitas flores brancas e cor-de-rosa.
A princesa do Norte viu, achou parecido com a neve e ficou feliz.




O rei mouro e a princesa viveram muito felizes.
Fim!


















Depois de apresentarmos a lenda, os meninos surdos do Pré-escolar e do 1.º ano também fizeram o reconto em Língua Gestual Portuguesa.









Depois fizemos expressão plástica: pintamos e desenhamos em grupo.

















Os trabalhos que fizemos em cooperação estão expostos no átrio comum às duas salas do 1.º ciclo.





5 de fevereiro de 2009

História da bruxa Mimi



O livro da bruxa Mimi


A bruxa Mimi vivia numa casa preta com o seu gato Preto.


Nunca via o gato, porque a cor do gato,era igual à cor da casa. A bruxa Mimi sentava-se em cima do gato Preto e tropeçava no gato Preto.


Então, a bruxa Mimi teve uma ideia. Pegou na varinha mágica, contou " 1,2,3,4,5 " e mudou a cor do gato. O gato Preto ficou roxo, cor- de- rosa, amarelo, vermelho, verde e azul. A bruxa Mimi estava muito contente porque já conseguia ver o gato.


Mas o gato estava triste, porque estava sempre a ser visto. Subiu a uma árvore, para se esconder, mas até os pássaros o viam.


Então a bruxa Mimi pensou, pensou...

pegou na varinha mágica contou " 1,2,3,4,5 " e mudou a cor da casa. Agora a casa era roxa, cor-de-rosa, amarela, vermelha, verde e azul.

Depois a bruxa Mimi pegou na varinha mágica, contou " 1,2,3,4,5 " e o gato Preto ficou preto outra vez.

Fim da história

Baseado na obra de: Paul, K et Thomas V.

Turma S 1